INAUGURAÇÃO DO PALÁCIO DO EXU DESATA NÓ

 

Mucuiú, motumbá, kolofé, axé, sarava!

 

Ontem, à Rua Chebl Massud, 157, em São Paulo, inauguramos o Palácio do Exu Desata Nó.

De portas abertas a todas e todos, sem distinção – e gratuitamente –, demos início a nosso primeiro Toque de Kimbanda neste espaço: a Casa estava preenchida, por nossa comunidade em peso, pelas tantas pessoas que acompanham a OICD há anos e mesmo por aquelas que vieram pela primeira vez, bem como por Pais e Mães de Santo que vieram compartilhar e viver o axé. Sim, pois Exus e Pombagiras são agentes distribuidores do axé, que se manifestaram na noite de ontem. proporcionando o êxtase da alegria, pois, segundo as palavras do Exu Desata Nó: “o êxtase ocorre quando se rompe o limite da consciência”.

Leia mais: Inauguração: Palácio do Exu Desata Nó

Religiões afro-brasileiras: poder ideológico e a cultura de paz desenvolvida nos terreiros
 
 
Mucuiú, motumbá, kolofé, axé, saravá!
 
As religiões afro-brasileiras têm como pressuposto a vida em comunidade sob uma doutrina de respeito ao diverso, da busca de auxílio espiritual e busca da felicidade de seus adeptxs e clientes tendo como modelo nossos Orixás e Ancestrais (caboclo de pena, baiano, boiadeiro, Exu, pombagira, preto velho, ciganos, marinheiros entre outros) que representam a minoria, que na realidade são maioria, de nosso país.  Este respeito tem de ultrapassar as paredes dos terreiros e invadir as ruas e seus votos. Não cultivamos o ódio em nossos terreiros, logo como adeptos devemos preservar uma conduta alicerçada no respeito.
 
Mãe Maria Elise Rivas
Íyá Bê Ty Ogodô
Mestra Yamaracyê
 
 
 
 
 
 
Votar com lucidez, respeito e de modo pacífico e coerente como aprendemos com nossos Orixás e ancestrais
 
 
Mucuiú, motumbá, kolofé, axé, saravá!
 
As religiões afro-brasileiras têm como pressuposto a vida em comunidade sob uma doutrina de respeito ao diverso, da busca de auxílio espiritual e busca da felicidade de seus adeptxs e clientes tendo como modelo nossos Orixás e Ancestrais (caboclo de pena, baiano, boiadeiro, Exu, pombagira, preto velho, ciganos, marinheiros entre outros) que representam a minoria, que na realidade são maioria, de nosso país.  Este respeito tem de ultrapassar as paredes dos terreiros e invadir as ruas e seus votos. Não cultivamos o ódio em nossos terreiros, logo como adeptos devemos preservar uma conduta alicerçada no respeito.
 
Mãe Maria Elise Rivas
Íyá Bê Ty Ogodô
Mestra Yamaracyê
 
 
 
 
 
 
EXUS E POMBAGIRAS: QUESTÕES DE GÊNERO
 
 
 
Mucuiú, motumbá, kolofé, axé, saravá!
 
Mulher pode incorporar Exu, agora homem pode incorporar Pombagira? Aproveitamos o ensejo de nossos preparativos para a inauguração do Rito de Kimbanda no Palácio do Exu Desata Nó para discorrer mais sobre essas entidades do panteão afro-brasileiro.
 
Mãe Maria Elise Rivas
Íyá Bê Ty Ogodô
Mestra Yamaracyê
 
 
 
 
 
 
 
O assunto também já abordado por Mãe Maria Elise Rivas no capítulo intitulado "Nem Maria, nem Eva: apenas pombagira", no livro "Exu e pombgira", organizado por F. Rivas Neto e publicado pela Arché Editora. 

EXU, MAGIA E LIBERDADE

 

Mucuiú, motumbá, kolofé, aranauan, axé!

A seguir, aduzimos texto e vídeo de Babá Rivas Ty Ògìyàn sobre Exu. Laroyê, Exu!

Mãe Maria Elise Rivas

Íyá Bê Ty Ogodô

Mestra Yamaracyê

30 de setembro de 2018

Leia mais: Exu, Magia e Liberdade

Exu e o Inconsciente

 

Neste vídeo, discorremos como Exu é responsável pelos processos de transformação dos inconscientes individuais e inconsciente coletivo.

 

Mãe Maria Elise Rivas

Mestra Yamaracyê

Íyá Bê Ty Ogodô

 

 

 

 

UMA CASA DE INICIAÇÃO E SUA CONTINUIDADE

 

“A cobertura que recebemos não menos responsável por nossa parte a fazer”. Estas são palavras de um filho de santo em nosso grupo de discussões internas e apontam que o caminho não é uma via única: receber do sobrenatural e dos pais e mães de santo. Todos temos responsabilidades em nossos atos e devemos responder por eles, bem como sermos capazes de ir em busca e caminhar. Não há aprendizado ou iniciação sem esforço e sem assumir nossas responsabilidades durante o percurso. O primeiro deles é encontrar a casa de santo e ser aceitx como filhx de santo, pois você está atrás de uma casa, mas ela, por meio da sacerdotisa ou sacerdote, precisa aceitá-lx, como dizia meu Babá/Mestre: “não basta querer”. São os pais ou mães de santo quem decidem sua aceitação e permanência.

Leia mais: Uma casa de iniciação e sua continuidade